1.6.09

'O tempo...sempre ele a se manifestar!'

Somos tão tolos às vezes, que quando percebemos, mais tolos parecemos ser!

Quão enganoso é o olhar dos largos sorrisos, dos gestos psedo-espontâneos, das discussões silenciosas de um espaço onde confluem muitos interesses, muitos desejos, muitas vaidades... e quão traiçoeiras podem ser as vaidades, quando não se sabe com ela lidar!


Quão espontâneas são as manifestações de amizades dúbias, de galanteios condicionados, afetos puros como uma criança, sedentos como o meio termo entre o impulso e o amadurecer...

Quão velozes tornam-se as histórias e estórias, que de um minuto se transformam em uma eternidade, absurdamente diferente do contexto original; e quão apruto espanto nos toma quando somos o enredo...

Inocência, malícia, prudência, falsos impulsos...
fantasia, realidade, transformações...

Como lidar? (rs) Não se lida. Reage!

Você vê, compreende, interpreta, sente...confia naquilo que acredita ser a 'verdade' do seu coração e continua. Continua porque crê no que aprendeu a ser através do amor e do sangue; naquilo que é a sua 'natureza'!...continua a trilhar seu caminho em paz, feliz, sorrindo das dificuldades, agradencendo-as por tornar-te forte, bendizendo as alegrias... e continuas... com ele, o tempo!...sempre ele a se manifestar!

2 comentários:

Alberto Júnior disse...

Espero que o tempo não tenha transfigurado a imagem que tens de mim e dos teus outros amigos, porque eu não te enganei não. Sou teu amigo pra sempre, mesmo quando demoro a demonstrar.

Eu sempre me incomodo com esses teus textos cheios de mistério.

Dona Reis disse...

(rs). Claro que não!
És meu amigo-irmão-amor e sim, pra sempre!
Te amo e sabes disso!